São Josemaria
Textos de São Josemaria
O Céu
"Nem olho algum viu, nem ouvido algum ouviu, nem passaram pelo pensamento do homem as coisas que Deus preparou para aqueles que O amam".
Não te incitam à luta estas revelações do Apóstolo?
Caminho, 751
Faz tudo desinteressadamente, por puro Amor, como se não houvesse prémio nem castigo. - Mas fomenta no teu coração a gloriosa esperança do Céu.
Caminho, 668
Se o amor, mesmo o amor humano, dá tantas consolações aqui, que será o Amor no Céu?
Caminho, 428
Se alguma vez te tira tranquilidade o pensamento da nossa irmã a morte (porque te vês tão pouca coisa!), anima-te e considera: - Que será esse Céu que nos espera, quando toda a formosura e a grandeza, toda a felicidade e o Amor infinitos de Deus se derramarem no pobre vaso de barro que é a criatura humana, e a saciarem eternamente, sempre com a frescura de uma nova alegria?
Sulco, 891
Pensa quão grato é a Deus Nosso Senhor o incenso que se queima em sua honra; pensa também no pouco que valem as coisas da terra, que mal começam logo acabam...
Pelo contrário, um grande Amor te espera no Céu: sem traições, sem enganos: todo o amor, toda a beleza, toda a grandeza, toda a ciência...! E sem enfastiar: saciar-te-á sem saciar.
Forja, 995
Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus!
Sulco, 95
Cada vez estou mais persuadido: a felicidade do Céu é para os que sabem ser felizes na terra.
Forja, 1005
*Catecismo da Igreja Católica, 1023-24
1023 Os que morrem na graça e amizade de Deus, perfeitamente purificados, vivem para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus, porque O vêem “tal como Ele é” (1 Jo 3, 2), face a face: “Por nossa autoridade apostólica, definimos que, segundo geral disposição divina, as almas de todos os santos (…) e de todos os outros fiéis que morreram depois de terem recebido o Baptismo de Cristo e nas quais nada havia a purificar no momento da morte (…), ou ainda daqueles que, se no momento da morte houve ou ainda há qualquer coisa a purificar, acabaram por o fazer (…) mesmo antes de ressuscitarem em seus corpos e do Juízo Universal – isto é desde a Ascensão ao céu de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo -, estiveram, estão e estarão no Céu, no Reino dos Céus e no paraíso celeste, com Jesus Cristo, admitidas na companhia dos anjos. Desde a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, essas almas vêem a essência divina com uma visão intuitiva e face a face, sem a mediação de qualquer criatura (Bento XII: DS 1000; cfr. LG 49).
1024 Esta vida perfeita com a Santíssima Trindade, esta comunhão de vida e de amor com Cristo, com a Virgem Maria, com os anjos e todos os bem-aventurados, chama-se “Céu”. O Céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva.
Não te incitam à luta estas revelações do Apóstolo?
Caminho, 751

Caminho, 668
Se o amor, mesmo o amor humano, dá tantas consolações aqui, que será o Amor no Céu?
Caminho, 428
Se alguma vez te tira tranquilidade o pensamento da nossa irmã a morte (porque te vês tão pouca coisa!), anima-te e considera: - Que será esse Céu que nos espera, quando toda a formosura e a grandeza, toda a felicidade e o Amor infinitos de Deus se derramarem no pobre vaso de barro que é a criatura humana, e a saciarem eternamente, sempre com a frescura de uma nova alegria?
Sulco, 891
Pensa quão grato é a Deus Nosso Senhor o incenso que se queima em sua honra; pensa também no pouco que valem as coisas da terra, que mal começam logo acabam...
Pelo contrário, um grande Amor te espera no Céu: sem traições, sem enganos: todo o amor, toda a beleza, toda a grandeza, toda a ciência...! E sem enfastiar: saciar-te-á sem saciar.
Forja, 995
Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus!
Sulco, 95
Cada vez estou mais persuadido: a felicidade do Céu é para os que sabem ser felizes na terra.
Forja, 1005
*Catecismo da Igreja Católica, 1023-24
1023 Os que morrem na graça e amizade de Deus, perfeitamente purificados, vivem para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus, porque O vêem “tal como Ele é” (1 Jo 3, 2), face a face: “Por nossa autoridade apostólica, definimos que, segundo geral disposição divina, as almas de todos os santos (…) e de todos os outros fiéis que morreram depois de terem recebido o Baptismo de Cristo e nas quais nada havia a purificar no momento da morte (…), ou ainda daqueles que, se no momento da morte houve ou ainda há qualquer coisa a purificar, acabaram por o fazer (…) mesmo antes de ressuscitarem em seus corpos e do Juízo Universal – isto é desde a Ascensão ao céu de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo -, estiveram, estão e estarão no Céu, no Reino dos Céus e no paraíso celeste, com Jesus Cristo, admitidas na companhia dos anjos. Desde a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, essas almas vêem a essência divina com uma visão intuitiva e face a face, sem a mediação de qualquer criatura (Bento XII: DS 1000; cfr. LG 49).
1024 Esta vida perfeita com a Santíssima Trindade, esta comunhão de vida e de amor com Cristo, com a Virgem Maria, com os anjos e todos os bem-aventurados, chama-se “Céu”. O Céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva.
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