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Vigésimo quinto aniversário da eleição de João Paulo II como Romano Pontífice
16 Outubro 2003

João Paulo II foi eleito Papa no dia 16 de Outubro de 1978 e ao celebrar agora o vigésimo quinto aniversário deste acontecimento unimo-nos ao reconhecimento que milhões de pessoas – crentes e não crentes – tributam com alegria e agradecimento ao Romano Pontífice.
Apresentamos uma selecção de textos de São Josemaría que falam do seu amor à Igreja e ao Papa. Amor que soube transmitir a centenas de milhares de pessoas no mundo inteiro que hoje rezam e querem ao sucessor de Pedro.
O amor ao Romano Pontífice há-de ser em nós uma formosa paixão, porque nele vemos a Cristo
Lealdade à Igreja (4-VI-1972)
O teu maior amor, a tua maior estima, a tua mais profunda veneração, a tua obediência mais rendida, o teu maior afecto há-de ser também para o Vice-Cristo na terra, para o Papa.
Forja, 135
Cada dia hás-de crescer em lealdade à Igreja, ao Papa, à Santa Sé... Com um amor cada vez mais teológico!
Sulco, 353
A fidelidade ao Romano Pontífice implica uma obrigação clara e determinada: a de conhecer o pensamento do Papa, manifestado em encíclicas ou noutros documentos, fazendo tudo o que estiver da nossa parte para que todos os católicos atendam ao magistério do Padre Santo e acomodem a esses ensinamentos a sua actuação na vida.
Forja, 633
Na Igreja há igualdade. Uma vez baptizados, todos somos iguais, porque somos filhos do mesmo Deus, nosso Pai. Como cristãos, não há qualquer diferença entre o Papa e a última pessoa a incorporar-se na Igreja. Mas esta igualdade radical não implica a possibilidade de mudar a constituição da Igreja, naquilo que foi estabelecido por Cristo. Por expressa vontade divina temos uma diversidade de funções, que comporta também uma capacidade diversa, um carácter indelével conferido pelo Sacramento da Ordem para os ministros sagrados. No vértice dessa ordenação está o sucessor de Pedro e, com ele, e sob ele, todos os bispos, com a sua tríplice missão de santificar, de governar e de ensinar.
O fim sobrenatural da Igreja (28-VI-1972)
Acolhe a palavra do Papa com uma adesão religiosa, humilde, interna e eficaz: serve-lhe de eco!
Forja, 133
É difícil ter autêntica devoção à Virgem sem nos sentirmos mais vinculados aos outros membros do Corpo Místico e também mais unidos à sua cabeça visível, o Papa. Por isso me agrada repetir: Omnes cum Petro ad Iesum per Mariam! - todos, com Pedro, a Jesus, por Maria! E assim, ao reconhecer-nos como parte da Igreja e convidados a sentir-nos irmãos na Fé, descobrimos mais profundamente a fraternidade que nos une à Humanidade inteira, porque a Igreja foi enviada por Cristo a todos os homens e a todos os povos.
Cristo que passa, 139
Obrigado, meu Deus, pelo amor ao Papa que puseste no meu coração.
Caminho, 573
Não cabe outra disposição num católico: defender “sempre” a autoridade do Papa; e estar “sempre” docilmente decidido a rectificar a opinião, ante o Magistério da Igreja.
Forja, 581
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