São Josemaria Escrivá. Fundador do Opus Dei - Opus Dei: vida, obras e mensagem de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei. Fotos, Videos, Testemunhos do Brasil e Portugal. O que é Opus Dei: um caminho de santidade que coloca o trabalho e as circunstancias habituais no centro do encontro pessoal com Deus. http://www.pt.josemariaescriva.info/ <![CDATA[Santa Maria da Paz, um lugar de oração]]> Os restos sagrados de São Josemaria repousam em Roma, na Igreja de Santa Maria da Paz. São muitos os que ali vão para lhe pedir ajuda ou agradecer a sua intercessão.

O corpo de São Josemaria Escrivá repousa numa urna que está sob o altar da Igreja de Santa Maria da Paz. Milhões de pessoas em todo o mundo recorrem a São Josemaria para pedir a Deus nosso Senhor as mais variadas graças e favores. E são muitos os que se deslocam à Igreja Prelatícia para continuar a pedir ou para agradecer favores recebidos por sua intercessão.

A devoção de Mons. Escrivá a Nossa Senhora é a razão de ser da invocação desta Igreja e da imagem que a preside. A pintura, obra de Manuel Caballero, ficou à veneração dos fiéis no dia 18 de Dezembro de 1959.

O altar do templo situa-se sob um pequeno baldaquino, como acontece em muitas igrejas romanas. No vestíbulo de acesso encontra-se uma escultura da Virgem Maria, Mãe do Amor Formoso. No átrio vê-se a pia batismal onde foi batizado São Josemaria no dia 13 de Janeiro de 1902. Foi doada pelo Bispo e Cabido da Catedral de Barbastro, sua cidade natal.

Na cripta está enterrado o Beato Álvaro del Portillo (1914-1994), bispo e primeiro sucessor de São Josemaria à frente do Opus Dei.

Nessa mesma cripta está enterrada Carmen Escrivá, irmã do fundador; e enterrou-se, recentemente, a primeira numerária auxiliar do Opus Dei, Dora del Hoyo.

Aí se encontram também a Capela do Santíssimo e os confessionários. São Josemaria pregou com incansável desvelo a frequência dos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia, dádivas de Deus aos homens, seus filhos, e fonte de alegria e de verdadeira paz.

“Santa Maria é – assim a invoca a Igreja – a Rainha da paz. Por isso, quando se agitar a tua alma, o ambiente familiar ou profissional, a convivência na sociedade ou entre os povos, não cesses de aclamá-la com esse título: «Regina pacis, ora pro nobis!», Rainha da paz, rogai por nós! Experimentaste-o alguma vez, quando perdeste a tranquilidade?... – Surpreender-te-ás com a sua imediata eficácia” (São Josemaria Escrivá).



Horários, dados úteis e mapa de Roma

Santa Maria da Paz, Igreja Prelatícia do Opus Dei
Viale Bruno Buozzi, 75 – 00197 Roma
Telefone: 06-808961
Horário: Aberta das 8.30 às 20.25 (das 14.00 às 17.00, entrada pela Via di Villa Sacchetti, 36).


Missas: todos os dias às 8.30, às 12.00 (excepto durante a Semana Santa) e às 19.30*.

Durante a Semana Santa (desde o domingo de Ramos até ao domingo de Páscoa há apenas Missa às 8.30, exceto na Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado Santos.

*A Missa das 19.30 é suprimida nos meses de Julho e Agosto.
Sexta-feira, 17 de julho de 2015 estará encerrada todo o dia e sábado, 18 desde as 9.30h até às 14h, para limpeza

Confissões: em italiano, inglês, castelhano, francês, alemão e português.

Se um grupo quiser avisar da sua chegada com antecedência ou se um sacerdote desejar celebrar a Santa Missa, pode telefonar.

Para aceder a Santa María da Paz, como acontece nas outras igrejas romanas, deve vestir respeitosamente: O costume local requer joelhos e ombros cobertos.

Telefones úteis
- Turismo da Cidade de Roma: 06-0606
- Aeroportos de Roma (Fiumicino e Ciampino): 06-65951 (central)
- Rádio -Táxis: 06-3570; 06-4994; 06-8822

Mapa para descarregar]]>
<![CDATA[São Josemaria transmitiu-me a certeza que Deus é Pai]]> Apresentamos um testemunho de Maddalena Vintini, de Verona (Itália). Advogada e casada com Gianluca, Maddalena tem 3 filhos e pertence à Prelatura do Opus Dei há quase 30 anos. Em 2011 abandonou o seu trabalho de advogada para dirigir o Colégio Gavia.




Maddalena, o que mais a impressionou nos ensinamentos de São Josemaria?

Conheci o Opus Dei quando era muito nova e, portanto comecei a ler os livros de São Josemaria quando era adolescente, Caminho, ,sobretudo. A primeira coisa que recordo, que me surpreendeu nesse tempo e continua a ajudar-me, depois de quase 40 anos, é o primeiro ponto do Caminho. Aos 13-14 anos de idade fazer coisas “grandes”, capazes de deixar rasto, é típico da idade, mas eu intuía que essa grandeza, essa fecundidade, esse deixar rasto era muito mais, alguém o tinha metido no meu coração.

Com o passar do tempo, a mudança das circunstâncias, as alegrias e as dores que a vida comporta, percebi que São Josemaria me indicava um caminho de grandeza no dia-a-dia. Esse deixar rasto, e não se contentar com uma vida estéril, concretizava-se em amar, em trabalhar, em viver plenamente cada instante do dia sentindo-me filha de Deus e amada por Ele. Essa, para mim, é a mensagem de mais valor. São Josemaria transmitiu-me a certeza de que Deus é Pai e me ama, não de modo geral, mas em concreto a mim, e, ainda que possa parecer estranho, ama-me tal como sou; ajuda-me a levantar-me quando caio, alegra-se comigo, sofre e sustenta-me com a sua graça quando algo doloroso me acontece. Nunca estou só, o Senhor está sempre junto de mim, ali onde se desenrola a minha actividade, antes no Tribunal, agora no colégio, em família enquanto limpo, cozinho ou falo com o meu marido e com os nossos filhos. Deus nunca é indiferente ou longínquo.


Os ensinamentos de São Josemaria ajudam-na a conciliar o trabalho e a família?

Sim, muito, porque a sua vida é um exemplo: ele era um homem que trabalhava muito e intensamente, contudo todas as pessoas que o conheceram e estiveram perto dele, afirmam com quanto afeto se entregava aos seus filhos no Opus Dei, como se lembrava das cartas que lhe escreviam, como se preocupava com as pessoas que viviam com ele, não só do ponto de vista espiritual, mas também humano.

Quando comecei a exercer a advocacia tinha 27 anos, um filho pequeno e estava à espera de outro: pensava que nunca conseguiria harmonizar a profissão e o meu papel de esposa e mãe. No entanto, com o estímulo do meu marido e a arma que sempre nos aconselhava São Josemaria, ou seja, a oração, o diálogo com o Senhor, dia a dia fui levando as coisas para a frente. Sem planos a “longo prazo”, mas falando com Deus todos os dias e procurando entender quais eram as prioridades em cada momento, não por sentido do dever mas sim para ser feliz. Ajudou-me muito uma frase de São Josemaria que dizia, “faz o que deves e está no que fazes”, uma vez que decido na oração o tempo para trabalhar e para estar com a família, tento estar onde estou a 100 %. No trabalho concentrada no que tenho de fazer, talvez oferecendo pelo meu marido ou pelo filho que tem um exame ou passa um período difícil, e, quando regresso a casa, já não penso mais no trabalho e dedico-me à família. Claro que não é uma coisa automática, sempre tenho que lutar, porque na adolescência, os filhos têm mais necessidade de que se esteja ali com eles. Além disso, o Senhor deu-nos o dom de um filho com uma deficiência do foro psíquico que precisa de nós de forma ainda mais delicada. São Josemaria deu-me o desejo de viver com unidade de vida: sem desejos imoderados, sem angústias, sem cruzes imaginárias criadas por nós, mas levando com alegria aquela pequena cruz que nos faz estar com Jesus.


O que a levou a abandonar o seu trabalho profissional para se dedicar à direção de um colégio?

Mais que “o que” teria de dizer “quem”; era advogada há mais de 20 anos, num escritório de renome onde se tinham criado fortes relações de amizade, além das profissionais. Tinha a meu cargo o direito de família, como sempre tinha desejado; contudo sentia, de há muito, uma inquietação e, como dizia ao meu marido, pensava que não morreria a trabalhar como advogada. Junto com o meu trabalho profissional, sempre me tinha interessado pelos colégios dos nossos filhos, segundo o modelo de Fomento. Fazia parte do Conselho de Administração e também do Conselho de Direção de um colégio feminino. O trabalho apaixonava-me, porque me permitia participar num projeto educativo para mudar e melhorar a sociedade por dentro, partindo das famílias e dos filhos.

Há três anos, em Agosto, quando participava num curso de estudos em Roma, recebi um telefonema em que me perguntavam se estaria disposta a abandonar a advocacia para me encarregar da direção colégio Gavia, em Verona. Tinha pouco tempo para decidir, porque o ano escolar estava prestes a começar. Pedi alguns dias para regressar a casa, falar com o meu marido e tomar uma decisão. Lembro-me que fui ao oratório, que graças a Deus havia na casa onde estava, e disse ao Senhor: “talvez seja a resposta a esta “bendita” inquietação!”
O meu marido apoiou-me nesta decisão, que se repercutia em toda a família, também do ponto de vista económico. Uma semana mais tarde, deixei os meus colegas e a profissão a que me tinha dedicado durante muitos anos. Despedi-me dos clientes, coisa delicada considerando o sector de que me ocupava, e embarquei para essa nova aventura.

Passados três anos, sinto-me feliz com a escolha que fiz. Trabalho com os pais, com os professores e com as pessoas que me ajudam neste trabalho, em que sou uma “principiante”, mas apaixonada. Por outro lado, a minha experiência jurídica ajuda-me em muitas situações. No fim de contas, devo esta decisão a São Josemaria; tenho em cima da minha secretária uma pata de prata para me lembrar de que, como ele dizia, é preciso lançar-se à água para aprender a nadar: eu só mudei o estilo, mas o mar é sempre o mesmo, um mar sem margens, o da humanidade em que Deus nos pede para trabalhar. A homilia de São Josemaria de que mais gosto é a que pronunciou na Universidade de Navarra, "Amar o mundo apaixonadamente", em que diz que o céu e a terra não se unem no horizonte, mas sim dentro da alma de cada um quando se esforça por santificar as atividades normais do dia a dia. Isto fascinou-me quando era nova e continua a fascinar-me também agora.]]>
<![CDATA[Santificação do trabalho]]> Santificar o nosso trabalho não é uma quimera; é missão de todos os cristãos... - tua e minha.

Foi o que descobriu aquele torneiro, que comentava: - "Põe-me louco de contente essa certeza de que eu, manejando o torno e cantando, cantando muito - por dentro e por fora -, posso fazer-me santo... Que bondade a do nosso Deus!".
Sulco, 517

Ao recordar aos cristãos as palavras maravilhosas do Génesis - que Deus criou o homem para que trabalhasse -, fixámo-nos no exemplo de Cristo, que passou a quase totalidade da sua vida terrena trabalhando numa aldeia como artesão. Amamos esse trabalho humano que Ele abraçou como condição de vida, e cultivou e santificou. Vemos no trabalho - na nobre e criadora fadiga dos homens - não só um dos mais altos valores humanos, meio imprescindível para o progresso da sociedade e o ordenamento cada vez mais justo das relações entre os homens, mas também um sinal do amor de Deus para com as suas criaturas e do amor dos homens entre si e para com Deus: um meio de perfeição, um caminho de santificação.
Por isso, o único objectivo do Opus Dei sempre foi este: contribuir para que, no meio do mundo, das realidades e afãs seculares, homens e mulheres de todas as raças e de todas as condições sociais procurem amar e servir a Deus e a todos os outros, no seu trabalho ordinário e através dele.
Temas Actuais do Cristianismo, 10

Dignidade de qualquer trabalho
Seja qual for, o trabalho profissional converte-se numa luz que ilumina os vossos colegas e amigos. Por isso, costumo repetir aos que se incorporam no Opus Dei, e a minha afirmação vale também para todos aqueles que me ouvis: que me importa que me digam que fulano de tal é um bom filho meu - um bom cristão - mas um mau sapateiro?! Se não se esforçar por aprender bem o seu ofício, ou por executar o seu trabalho com esmero, não poderá santificá-lo nem oferecê-lo ao Senhor. Ora, a santificação do trabalho ordinário constitui como que o fundamento da verdadeira espiritualidade para aqueles que, como nós, estão decididos a viver na intimidade de Deus, imersos nas realidades temporais.
Amigos de Deus, 61

Qualidade e reconhecimento profissional idênticos
Todo o trabalho profissional exige uma formação prévia, e depois um esforço constante para melhorar esta preparação e adaptá-la às novas circunstâncias que surjam. Esta exigência constitui um dever particularíssimo para os que aspiram a ocupar postos directivos na sociedade, visto que são chamados a um serviço também muito importante, do qual depende o bem-estar de todos.
Uma mulher com preparação adequada deve ter a possibilidade de encontrar aberto o caminho da vida pública, em todos os níveis. Neste sentido, não se podem apontar tarefas específicas da mulher.
Temas Actuais do Cristianismo, 90

Empenho social da riqueza
Todos os homens, todas as mulheres, - e não só os materialmente pobres - têm obrigação de trabalhar. A riqueza, a situação de desafogo económico é um sinal de que se tem mais obrigação de sentir a responsabilidade pela sociedade inteira.
Temas Actuais do Cristianismo, 111

O trabalho constrói a sociedade
A imensa maioria dos sócios da Obra são leigos, cristãos correntes: a sua condição é a de quem tem uma profissão, um ofício, uma ocupação, com frequência absorvente, com a qual ganha a vida, mantém a família, contribui para o bem comum, desenvolve a sua personalidade.
A vocação para o Opus Dei vem confirmar tudo isso, até ao ponto de que um dos sinais essenciais dessa vocação é precisamente viver no mundo e realizar aí um trabalho - contando, volto a dizer, com as próprias imperfeições pessoais - da maneira mais perfeita possível, tanto do ponto de vista humano, como do ponto de vista sobrenatural. Quer dizer, um trabalho que contribua eficazmente para a edificação da cidade terrena - e que seja, por isso, feito com competência e com espírito de servir - e para a consagração do mundo, e que, portanto, seja santificador e santificado.
Temas Actuais do Cristianismo, 70

Êxito e fracasso
Mas voltemos ao nosso tema. Dizia-lhes que bem podem alcançar os êxitos mais espectaculares no terreno profissional, na actuação pública, nos afazeres profissionais, mas se se descuidarem interiormente e se afastarem de Nosso Senhor, o fim será um fracasso rotundo.
Amigos de Deus, 12

Tens de permanecer vigilante, para que os teus êxitos profissionais ou os teus fracassos - que hão-de vir! - não te façam esquecer, ainda que seja só momentaneamente, qual o verdadeiro fim do teu trabalho: a glória de Deus!
Forja, 704

A verdadeira eficácia do trabalho é o amor que a dá
Gosto muito de repetir - porque tenho experimentado bem a sua mensagem - aqueles versos pouco artísticos, mas muito gráficos: Minha vida é toda amor; / e em amor sou entendido, / foi pela força da dor, / pois ninguém ama melhor / que quem muito haja sofrido. Ocupa-te dos teus deveres profissionais por Amor. Faz tudo por Amor - insisto - e comprovarás as maravilhas que produz o teu trabalho, precisamente porque amas, embora tenhas de saborear a amargura da incompreensão, da injustiça, da ingratidão e até do próprio fracasso humano. Frutos saborosos, sementes de eternidade!
Amigos de Deus, 68

O trabalho como missão
A vocação acende uma luz que nos faz reconhecer o sentido da nossa existência. É convencermo-nos, com o resplendor da fé, do porquê da nossa realidade terrena. Toda a nossa vida, a presente, a passada e a que há-de vir, cobra um novo relevo, uma profundidade de que antes não suspeitávamos. Todos os factos e acontecimentos passam a ocupar o seu posto: entendemos aonde nos quer levar o Senhor e sentimo-nos entusiasmados e envolvidos por esse encargo que se nos confia.
Cristo que passa, 45

Todas as tarefas dos homens interessam a Deus
Vós, que hoje celebrais comigo esta festa de S. José, sois todos homens dedicados ao trabalho em diversas profissões humanas, formais diversos lares, pertenceis a diferentes nações, raças e línguas. Adquiristes formação em centros de ensino, em oficinas ou escritórios, tendes exercido durante anos a vossa profissão, estabelecestes relações profissionais e pessoais com os vossos companheiros, participastes na solução dos problemas colectivos das vossas empresas e da sociedade.
Pois bem: recordo-vos, mais uma vez, que nada disso é alheio aos planos divinos. A vossa vocação humana é uma parte, e parte importante, da vossa vocação divina. Esta é a razão pela qual vos haveis de santificar, contribuindo ao mesmo tempo para a santificação dos outros, vossos iguais, precisamente santificando o vosso trabalho e o vosso ambiente: a profissão ou ofício que enche os vossos dias, que dá fisionomia peculiar à vossa personalidade humana, que é a vossa maneira de estar no mundo: o vosso lar, a vossa família; e a nação em que nascestes e que amais.
Cristo que passa, 46

Oração e trabalho
Trabalhemos, e trabalhemos muito e bem, sem esquecer que a nossa melhor arma é a oração. Por isso, não me canso de repetir que havemos de ser almas contemplativas no meio do mundo que procuram converter o seu trabalho em oração.
Sulco, 497

Profissionalite
Interessa que lutes, que arrimes o ombro... De qualquer modo, coloca os afazeres profissionais no seu lugar: constituem apenas meios para chegar ao fim; nunca podem tomar-se, de modo nenhum, como o fundamental.
Quantas "profissionalites" impedem a união com Deus!
Sulco, 502

Apostolado
Comporta-te como se de ti, exclusivamente de ti, dependesse o ambiente do lugar onde trabalhas: ambiente de laboriosidade, de alegria, de presença de Deus e de visão sobrenatural.
Não entendo a tua debilidade. Se tropeças com um grupo de colegas um pouco difícil (que talvez tenha chegado a ser difícil por desleixo teu...), esqueces-te deles, pões-te de parte, e pensas que são um peso morto, um lastro que se opõe aos teus ideais apostólicos; que nunca te entenderão...
Como queres que te ouçam, se (dando por descontado que os ames e sirvas com a tua oração e a tua mortificação) não falas com eles?...
Quantas surpresas apanharás no dia em que te decidas a criar amizade com um, com outro e com outro! Além disso, se não mudas, poderão exclamar com razão, apontando-te a dedo: "Hominem non habeo!", não tenho quem me ajude!
Sulco, 954
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<![CDATA[Supera-te todos os dias]]> Breve video de S. Josemaria em que anima a não ter vergonha de ser "un pobre vaso de barro", com defeitos, mas lutaremos toda a vida para não os ter, até ao fim. Isso é amor". ]]> <![CDATA[Uma vontade que todos sentimos]]> Vídeo. Um senhor pregunta a S. Josemaria: "ao chegar o fim da tarde sentimos ao mesmo tempo a vontade de continuar a trabalhar ou ir para casa. O que nos recomenda?" ]]> <![CDATA[S. Josemaria é admirável]]> Ajuda-me em todas as dificuldades com que me deparo na vida. Graças a ele os momentos difíceis tornam-se mais fáceis. Basta mencionar carinhosamente que me ajudou a encontrar trabalho e a superar uma depressão grave. Conheci pessoas que me animaram. Graças a essas orações fiquei a saber que as coisas não são irremediavelmente más… Confiemos em Deus e nos seus servos que estão no céu, e tudo se resolverá! Rezemos e tudo nos será outorgado.]]> <![CDATA[Um amendoim]]> Um bisneto da minha irmã, com dois anos de idade, engoliu um amendoim o qual se alojou no pulmão. Esteve internado uma semana num hospital universitário de uma cidade na Alemanha onde a família vivia. Aí não conseguiram tirá-lo.
Entretanto, eu pedia a S. Josemaria que intercedesse junto do Senhor e da sua Santíssima Mãe, para que se salvasse.
Poucos dias mais tarde transferiram-no para um hospital de Berlim. No dia 11 de fevereiro do ano passado, festa de Nossa Senhora de Lourdes, extirparam o amendoim, e a criança não ficou com quaisquer sequelas. Agradeço a S. Josemaria este pequeno e grande favor.
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<![CDATA[21.9.1958]]> Na Holanda, durante uma das viagens que realiza pela Europa para preparar o início do trabalho apostólico do Opus Dei nesses países. Mais tarde, escreve [...]]]> <![CDATA[Sou chamado a ser santo ]]> "Certa vez alguém me disse que sou chamado a ser santo e a maneira de o fazer é através do meu trabalho normal". Testemunho de Chris Blunt, Illinois.]]> <![CDATA[Conta Twitter dedicada a São Josemaria ]]> Tweets by Sao_Josemaria ]]>