São Josemaria Escrivá. Fundador do Opus Dei - Opus Dei: vida, obras e mensagem de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei. Fotos, Videos, Testemunhos do Brasil e Portugal. O que é Opus Dei: um caminho de santidade que coloca o trabalho e as circunstancias habituais no centro do encontro pessoal com Deus. http://www.pt.josemariaescriva.info/ <![CDATA[Papa canoniza Francisco e Jacinta em Fátima a 13 de maio]]> Com a canonização, os dois beatos Francisco e Jacinta, serão os mais jovens santos da Igreja Católica.
Beatificados pelo Papa João Paulo II, em Fátima, em 13 de maio de 2000, a canonização dos dois irmãos estava dependente da aprovação, pelo Papa, do reconhecimento de um milagre, a cura de uma criança brasileira, o que aconteceu a 23 de março.

De pastorinhos a santos
Francisco e Jacinta faleceram ainda crianças, pouco depois de, com a sua prima Lúcia de Jesus (1907-2005), terem presenciado as aparições de Nossa Senhora em Fátima, entre maio e outubro de 1917.
Oriundos de uma humilde família de Aljustrel (na paróquia de Fátima), no seio da qual aprenderam a doutrina cristã, as duas crianças começaram a pastorear o rebanho dos pais em 1916, atividade no âmbito da qual vieram a assistir às "aparições" de um anjo, nesse ano, e da Virgem Maria, no ano seguinte.

Em 1917, Jacinta Marto, sétima e última filha de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus, tinha 7 anos (nasceu em 11 de março de 1910) e o irmão (Francisco), penúltimo filho do casal, 8 anos (11 de junho de 1908).
Depois de se espalhar a notícia das "aparições", as crianças passaram a ser rodeadas pela atenção de curiosos, que lhes pediam para descrever o que viram ou que pedissem para interceder por eles a Nossa Senhora.
"Pela conversão dos pecadores", os três faziam penitências, não bebendo água quando tinham sede, ou repartindo a merenda com pobres que encontravam. Rezavam também o terço e repetiam, vezes sem conta, as orações que o Anjo lhes tinha ensinado.
No outono do ano seguinte, Jacinta foi atingida pela "pneumónica", sendo, alguns meses depois internada no hospital de Ourém e, mais tarde, no início de fevereiro, no Hospital de D. Estefânia, em Lisboa, onde faleceu (20 de fevereiro de 1920), pouco antes de completar 10 anos de idade.
A mesma epidemia bronco-pneumónica também afetou Francisco Marto, que faleceu antes da irmã (4 de abril de 1919), cerca de dois meses antes de completar 11 anos de idade.

Em 13 de maio de 2000, durante a sua terceira e última deslocação ao Santuário de Fátima (as outras visitais ocorreram em 1982 e em 1991), o mesmo papa beatificou as duas crianças, que agora vão ser canonizadas pelo Santo Padre Francisco, em Fátima, a 13 de maio. Data do centenário da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima
A cura da criança brasileira, agora considerada milagre pela Igreja Católica, permitirá tornar santos os dois beatos de Fátima.

Para saber mais: Fátima
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<![CDATA[Mês de Maio]]> Como gostam os homens de que lhes recordem o seu parentesco com personagens da literatura, da política, do exército, da Igreja!... - Canta diante da Virgem Imaculada, recordando-Lhe:

Ave, Maria, Filha de Deus Pai; Ave, Maria, Mãe de Deus Filho; Ave, Maria, Esposa de Deus Espírito Santo... Mais do que tu, só Deus!
Caminho 496

Intimidade com Maria
De uma maneira espontânea, natural, surge em nós o desejo de conviver com a Mãe de Deus, que é também nossa mãe; de conviver com Ela como se convive com uma pessoa viva, porque sobre Ela não triunfou a morte; está em corpo e alma junto a Deus Pai, junto a seu Filho, junto ao Espírito Santo.

Para compreendermos o papel que Maria desempenha na vida cristã, para nos sentirmos atraídos por Ela, para desejar a sua amável companhia com filial afecto, não são precisas grandes especulações, embora o mistério da Maternidade divina tenha uma riqueza de conteúdo sobre a qual nunca reflectiremos bastante.
Cristo que Passa, 142

Sinal do amor de Deus
A fé católica soube reconhecer em Maria um sinal privilegiado do amor de Deus. Deus chama-nos, já agora, seus amigos; a sua graça actua em nós, regenera-nos do pecado, dá-nos forças para que, entre as fraquezas próprias de quem é pó e miséria, possamos reflectir de algum modo o rosto de Cristo. Não somos apenas náufragos que Deus prometeu salvar; essa salvação já actua em nós. A nossa relação com Deus não é a de um cego que anseia pela luz mas que geme entre as angústias da obscuridade; é a de um filho que se sabe amado por seu Pai.

Dessa cordialidade, dessa confiança, dessa segurança, nos fala Maria. Por isso o seu nome vai tão direito aos nossos corações. A relação de cada um de nós com a nossa própria mãe pode servir-nos de modelo e de pauta para a nossa intimidade com a Senhora do Doce Nome, Maria. Temos de amar a Deus com o mesmo coração com que amamos os nossos pais, os nossos irmãos, os outros membros da nossa família, os nossos amigos ou amigas. Não temos outro coração. E com esse mesmo coração havemos de querer a Maria.
Cristo que Passa, 142

Como se comporta um filho com a sua Mãe?
Como se comporta um filho ou uma filha normal com a sua Mãe? De mil maneiras, mas sempre com carinho e confiança. Com um carinho que se manifestará em cada caso de determinadas formas, nascidas da própria vida, e que nunca são algo de frio, mas costumes muito íntimos de família, pequenos pormenores diários que o filho precisa de ter com a sua mãe e de que a mãe sente falta, se o filho alguma vez os esquece: um beijo ou uma carícia ao sair ou ao voltar a casa, uma pequena delicadeza, umas palavras expressivas...

Nas nossas relações com a nossa Mãe do Céu, existem também essas normas de piedade filial, que são modelo do nosso comportamento habitual com Ela. Muitos cristãos tornam seu o antigo costume do escapulário; ou adquirem o hábito de saudar (não são precisas palavras; o pensamento basta) as imagens de Maria que há em qualquer lar cristão ou que adornam as ruas de tantas cidades; ou dão vida a essa oração maravilhosa que é o Terço, em que a alma não se cansa de dizer sempre as mesmas coisas, como não se cansam os enamorados, e em que se aprende a reviver os momentos centrais da vida do Senhor; ou então habituam-se a dedicar à Senhora um dia da semana - precisamente este em que estamos reunidos: o sábado - oferecendo-lhe alguma pequena delicadeza e meditando mais especialmente na sua maternidade...
Cristo que Passa, 142

Manifestar o amor a Maria
Há muitas outras devoções marianas que não é necessário recordar aqui neste momento. Nem todas têm de fazer parte da vida de cada cristão - crescer em vida sobrenatural é algo de muito diferente de ir amontoando devoções - mas devo afirmar ao mesmo tempo que não possui a plenitude da fé cristã quem não vive alguma delas, quem não manifesta de algum modo o seu amor a Maria.

Os que consideram ultrapassadas as devoções à Virgem Santíssima dão sinais de terem perdido o profundo sentido cristão que elas encerram e esquecido a fonte donde nascem: a fé na vontade salvífica de Deus Pai; o amor a Deus Filho, que Se fez Homem realmente e nasceu de uma mulher; a confiança em Deus Espírito Santo, que nos santifica com a sua graça. Foi Deus quem nos deu Maria e não temos o direito de rejeitá-la, mas devemos recorrer a Ela com amor e com alegria de filhos.
Cristo que Passa, 142

Maria Santíssima, Mãe de Deus, passa despercebida, como uma qualquer, entre as mulheres do seu povo.
- Aprende d'Ela a viver com "naturalidade".
Caminho 499

- Queres amar a Virgem? - Conversa com Ela! - Como? - Rezando bem o Rosário de Nossa Senhora.
Santo Rosário. Introdução

Como rezar o rosário? Descarregue aqui um folheto explicativo.
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<![CDATA[Olhares à Virgem]]> O Sábado era o dia dedicado à Virgem. Os pais iam rezar
o Santo Rosário, juntamente com outras famílias, à paróquia
de São Bartolomeu, e levavam-no se prometesse ficar quieto e portar-se bem, o que não era nada fácil. E com a mesma promessa assistia à Sabatina: bênção solene com o Santíssimo Sacramento e canto da Salve-Rainha.


Quando o menino era mais velho, os pais ensinaram-no a rezar o Angelus.
Todos os dias, quando o relógio batia as doze badaladas, o Relojoeirinho, agitado, andava às voltas, recordando à família a recitação do Angelus:
São Gabriel não lhe perdoaria esse esquecimento.

Durante o mês de Maria, todos levavam flores. E ele também. Na sua
mão, bem apertada, levava um ramo de flores e colocava-as ele mesmo
diante da Senhora do Céu, dirigindo à Virgem um olhar sorridente por aquele detalhe audaz.

D. José e D. Dolores eram muito piedosos e ensinaram aos filhos algo que costumavam viver: olhar e saudar as imagens da Santíssima Virgem, em casa ou na rua ao passar por alguma.
Josemaria aprendeu isto rapidamente e o Relojoeirinho era quem mais
colaborava nesta devoção:
- Olha-a, Josemaria, diz-lhe que a amas. Ali, ali…no quadro da parede!

Assim o pequeno habituou-se a saudar a Virgem e a dirigir-lhe também uma jaculatória: "Bendita seja a tua pureza... Doce coração de Maria..."
- E dá-lhe também um beijo...
Era fácil. Fazia o mesmo com D. Dolores; desde pequeno nunca saía
de casa sem ir ter com ela para se despedir com um beijo. E parecia-lhe natural fazer o mesmo com a sua Mãe do Céu.



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<![CDATA[Rezar o terço]]> São Josemaria aconselhava a ter intimidade com Nossa Senhora rezando o Terço, manifestação de amor.
“O Rosário é uma oração muito grata a Maria Santíssima, a Nossa Senhora”, costumava dizer.
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<![CDATA[Fátima]]> Aparições de Nossa Senhora em Fátima



Fátima era, em 1917, um pequena localidade rural com cerca de 2500 habitantes, em plena serra de Aire, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Numa das casinhas vivia Lúcia de Jesus, de 10 anos, e perto viviam os seus primos Francisco e Jacinta de 9 e 7 anos.



Por volta do meio-dia de 13 de Maio de 1917, na Cova da Iria, depois de terem rezado o Terço, como habitualmente faziam, quando brincavam a fazer uma casinha de pedras soltas, no local onde se encontra situada a basílica, de repente viram uma luz brilhante; pensando que era um relâmpago decidiram ir-se embora, mas um pouco mais abaixo outro relâmpago iluminou o espaço e viram aparecer sobre uma azinheira, onde se encontra agora a Capelinha das aparições, “uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o Sol” das suas mãos pendia um rosário branco

A Senhora disse aos pastorinhos que era preciso rezar muito e pediu-lhes que voltassem ali nos cinco meses seguintes, no dia 13, à mesma hora. Disse-lhes para rezarem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra. No dia 13 de Junho pediu-lhes novamente que rezassem o Terço e que aprendessem a ler. Disse-lhes que a Jacinta e o Francisco iriam em breve para o Céu. A Lúcia ficaria para estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria – e mostrou-lhes o seu Coração rodeado de espinhos. A 13 de Julho mostrou-lhes o inferno “para onde vão as almas dos pobres pecadores”.

A 19 de agosto a aparição deu-se no lugar dos Valinhos, a uns 500 metros de Aljustrel, porque no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Município para Vila Nova de Ourém.

No dia 13 de Outubro havia já uma multidão de cerca de 70 mil pessoas. Nossa Senhora disse-lhes que era a Senhora do Rosário e renovou o pedido de rezarem o Terço todos os dias. Pediu também que fizessem ali uma Capela em sua honra. Depois da aparição, durante cerca de 10 minutos, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em julho e setembro: o sol, parecendo um disco de prata que se podia fitar, girava sobre si mesmo como se fosse uma roda de fogo que fosse precipitar-se sobre a terra.

Desde então as três crianças viveram intensamente as indicações de Nossa Senhora. A Jacinta e o Francisco adoeceram e vieram a morrer pouco depois, oferecendo todos os seus sofrimentos pela conversão dos pecadores e para consolar Jesus. Lúcia ingressou mais tarde num convento de irmãs doroteias e depois no Carmelo de Coimbra, tendo morrido com fama de santidade no dia 13 de Fevereiro de 2005.
Jacinta e Francisco foram beatificados pelo Papa João Paulo II, em Fátima, no dia 13 de Maio de 2000.


S. Josemaria em Fátima: maio de 1967
S. Josemaria Escrivá foi pela primeira vez a Fátima a 6 de Fevereiro de 1945 – dizia que “tinha sido a Virgem Santíssima que lhe tinha aberto as portas de Portugal”[1]. De facto, foi a pedido da irmã Lúcia, então a viver em Tuy, que veio a Portugal e, concretamente, a Fátima, em Fevereiro de 1945, quando não tinha planeado essa visita para tão cedo. Voltou depois por diversas vezes a este santuário mariano, impulsionado pelo seu grande amor a Nossa Senhora.

Em 9 de Maio de 1967, foi a sua oitava visita. Celebrava-se nesse ano, a 13 de Maio de 1967, o 50º aniversário das aparições de Nossa Senhora em Fátima aos três pastorinhos e o Santo Padre Paulo VI iria presidir às celebrações. A Igreja atravessava então uma fase difícil e São Josemaria rezava incessantemente para que se resolvessem os problemas que existiam, recorrendo à intercessão da Virgem Maria. Nesse ano saiu de Roma numa viagem de penitência e oração. Chegou ao santuário mariano de Lourdes a 22 de Abril. Aí invocou o auxílio e a proteção de Nossa Senhora. Rumando a Fátima, atravessou Espanha onde se encontrou com membros e amigos do Opus Dei, em reuniões de ambiente familiar, em várias cidades.

Chegou a Lisboa a 8 de Maio. No dia seguinte, logo de manhãzinha, seguiu para Coimbra. Aí visitou a irmã Lúcia no Carmelo dessa cidade). No início da tarde partiu para Fátima. Acompanhavam-no D. Álvaro del Portillo (seu primeiro sucessor), D. Javier Echevarría (atual Prelado do Opus Dei) e um pequeno grupo de sacerdotes e leigos[2]. O carro em que viajavam, dificilmente abria caminho por entre a multidão de peregrinos que iam a pé, pela mesma estrada, também para Fátima (não havia então auto-estrada até lá). De terço na mão, sob uma chuva miudinha, iam em verdadeiro espírito de penitência e oração, como ali pedira Nossa Senhora, 50 anos atrás. S. Josemaria sentiu-se comovido com a Fé daquelas pessoas e ouviram-no dizer: “Deus vos abençoe pelo amor que tendes à sua Mãe”. Assim que chegaram a Fátima, dirigiu-se de imediato à capelinha e ajoelhou-se aos pés da imagem de Nossa Senhora. Com um recolhimento que nada fazia distrair, numa atitude em que transparecia o diálogo amoroso de um filho com a sua mãe, rezou – pedia-lhe pelas intenções da Igreja. Após alguns instantes dirigiu-se à Basílica para fazer a visita ao Santíssimo Sacramento. Escreveu depois alguns postais para o Papa e para os seus filhos (assim tratava os membros do Opus Dei) nos vários cantos do mundo onde já se encontravam.

Vinha abrir o caminho ao “doce Cristo na Terra” como gostava de chamar ao Santo Padre com palavras de Santa Catarina de Sena. Deixou Portugal a 12 de Maio para que os seus filhos e amigos se sentissem livres de ir também juntar-se ao Papa Paulo VI, nas celebrações do cinquentenário das aparições. Aí puderam ouvir o próprio Papa dizer, na homilia da Santa Missa celebrada no Santuário: “A nossa primeira intenção é a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. (…) O Concílio despertou muitas energias no seio da Igreja; abriu perspectivas mais amplas no seio da sua doutrina, chamou todos os seus filhos a uma consciência mais clara, a uma colaboração mais íntima, a um apostolado mais activo. Desejamos firmemente que esses grandes benefícios e essa profunda renovação se conservem e desenvolvam. Que grande prejuízo seria, se uma interpretação arbitrária e não autorizada pelo Magistério da Igreja transformasse esse despertar numa inquietação dissolvente da sua configuração tradicional e constitucional, substituísse a teologia dos verdadeiros e grandes mestres por ideologias efémeras particulares, que querem eliminar da norma da fé tudo aquilo que mentalidades actuais muitas vezes privadas de luz verdadeiramente racional, não compreendem, não aceitam!”[3].

S. Josemaria voltaria posteriormente mais vezes a pedir a intercessão de Nossa Senhora ali, no Santuário de Fátima, a última em 1972.

1. Hugo de Azevedo, “Uma luz no mundo”, Lisboa, Ed. Prumo, 1988
2. Manuel Martínez, Josemaria Escrivá, Fundador do Opus Dei: peregrino de Fátima, Lisboa, Diel, 2002
3. Paulo VI, Homília, Fátima, 13-V-1967
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<![CDATA[Supera-te todos os dias]]> Breve video de S. Josemaria em que anima a não ter vergonha de ser "un pobre vaso de barro", com defeitos, mas lutaremos toda a vida para não os ter, até ao fim. Isso é amor". ]]> <![CDATA[Uma vontade que todos sentimos]]> Vídeo. Um senhor pregunta a S. Josemaria: "ao chegar o fim da tarde sentimos ao mesmo tempo a vontade de continuar a trabalhar ou ir para casa. O que nos recomenda?" ]]> <![CDATA[S. Josemaria é admirável]]> Ajuda-me em todas as dificuldades com que me deparo na vida. Graças a ele os momentos difíceis tornam-se mais fáceis. Basta mencionar carinhosamente que me ajudou a encontrar trabalho e a superar uma depressão grave. Conheci pessoas que me animaram. Graças a essas orações fiquei a saber que as coisas não são irremediavelmente más… Confiemos em Deus e nos seus servos que estão no céu, e tudo se resolverá! Rezemos e tudo nos será outorgado.]]> <![CDATA[Um amendoim]]> Um bisneto da minha irmã, com dois anos de idade, engoliu um amendoim o qual se alojou no pulmão. Esteve internado uma semana num hospital universitário de uma cidade na Alemanha onde a família vivia. Aí não conseguiram tirá-lo.
Entretanto, eu pedia a S. Josemaria que intercedesse junto do Senhor e da sua Santíssima Mãe, para que se salvasse.
Poucos dias mais tarde transferiram-no para um hospital de Berlim. No dia 11 de fevereiro do ano passado, festa de Nossa Senhora de Lourdes, extirparam o amendoim, e a criança não ficou com quaisquer sequelas. Agradeço a S. Josemaria este pequeno e grande favor.
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<![CDATA[23.5.1975]]> Encontra-se no santuário de Torreciudad com D. Álvaro del Portillo e o arquiteto Heliodoro Dols. Depois de contemplar o retábulo comenta: “Com material humilde desta [...]]]> <![CDATA[Amar Nossa Senhora]]> Como podemos amar Nossa Senhora com o mesmo carinho que as crianças?]]> <![CDATA[Conta Twitter dedicada a São Josemaria ]]> Tweets by Sao_Josemaria ]]> <![CDATA[Vida de Fé]]> Quando lhe pedem que ensine a ter mais fé, S. Josemaria recorre ao Evangelho e convida a descobri-lo.]]>