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Testemunhos

Apercebi-me que podia ser bom cristão, apoiante do Peñarol e político do partido “Colorado”
Jorge Barrera, advogado e político, Uruguai
1 Janeiro 2009
Tenho que reconhecer que por formação familiar sempre fui muito idealista. Vivi, nasci e cresci com a política e portanto a discussão de ideias era um tema central. Sempre me considerei um idealista e portanto defendo a convicção que me foi inculcada pelos meus pais de que a vida tem sentido se a vivermos por um ideal.[continuar a ler...]



Lutando pelos Direitos humanos na Nigéria
Anayo J. Offiah, Advogada, Enugu, Nigéria
1 Janeiro 2009
”Os filhos de Deus, cidadãos da mesma categoria que os outros, temos de participar "sem medo" em todas as actividades e organizações honestas dos homens, para que Cristo ali esteja presente.[continuar a ler...]



Chegar ao céu a pintar!
Paola Grossi Gondi, pintora, Itália
1 Janeiro 2009
As obras de um artista – explica Paola – são o espelho dos seus pensamentos e das suas experiências pessoais. O artista interpela a realidade que o circunda, em busca da verdade e de respostas. Pessoalmente, na minha pintura, quis reflectir sobre aquilo que sempre me tocou: os pormenores. As minhas pinturas são enquadramentos precisos e bem delimitados de um pequeno espaço. Muitas vezes são espaços do quotidiano, vistos em situações de grande normalidade, por exemplo caminhando pela rua ou observando o interior de um quarto.[continuar a ler...]



Quando é um menino que sofre
Léon Tshilolo, Pediatra e hematologista, República Democrática do Congo
1 Janeiro 2009
No Congo há uma doença de sangue hereditária que afecta quase 2% das crianças recém nascidas, a Drepanocitose ou Anemia de células falciformes (SSA). Esta doença caracteriza-se principalmente por crises de dor, anemia e infecções graves, e apresenta uma taxa de mortalidade muito elevada, especialmente entre os recém nascidos.[continuar a ler...]


Dei-me conta de que Deus não se deixa ganhar em generosidade
Álvaro Vidal, responsável pelo departamento informático num armazém de revenda, Argentina
1 Janeiro 2009
Trabalho num armazém de revenda, e tenho a meu cargo a parte de contabilidade e tesouraria; ao mesmo tempo sou pai de família: tenho 10 filhos, sete raparigas e três rapazes, e sou casado há 25 anos. A minha filha mais velha é casada, e já tenho um neto, e o mais pequeno dos meus filhos tem cinco anos. Tenho também bastantes irmãos, 11 homens – uma equipa completa de futebol, todos de Peñarol – e a minha mulher.[continuar a ler...]



Peter Berglar
“Professor, o senhor acredita que Deus é o Senhor da História?”
1 Janeiro 2009
Peter Berglar, Professor titular de História Moderna na Universidade de Colónia, AlemanhaPeter Berglar, professor de História Moderna e Contemporânea é bem conhecido pelas suas biografias. Quase todas as personagens de P. Berglar são personalidades chave na História: homens e mulheres que viveram em tempos de mudança e tinham consciência disso. No final da vida escreveu biografias de três santos que foram figuras carismáticas na Igreja: São Pedro, Tomás Moro e São Josemaria. Foi assim que relatou como conheceu Josemaria Escrivá.
[continuar a ler...]



Mons. Flavio Capucci, Postulador da Causa de canonização
Como um pai
1 Janeiro 2009
Dou graças a Deus e a D. Álvaro del Portillo, que me encarregou deste trabalho, pelo privilégio de ter vivido estes anos tão próximo de uma pessoa a quem considero como um pai para mim. Conhecer tão profundamente a sua existência e o seu pensamento abriu-me horizontes, encheu-me de esperança, estimulou-me, em cada dia destes 25 anos.


Eu também podia chegar a ser santo
Roger Bissonnette, condutor de autocarros escolares. Quebeque, Canadá
1 Janeiro 2009
Eu praticava a fé, ia à Missa todos os domingos mas nunca me passou pela cabeça que pudesse procurar a santidade. Isso, pensava, é só para sacerdotes e religiosos. Mas quando a minha mulher me deu a ler algumas das homilias de São Josemaría, descobri que eu também podia chegar a ser santo. Foi uma grande novidade.


Para conhecer a verdade sobre si mesmo
Marta Brancatisano, escritora, Roma, Itália
1 Janeiro 2009
Josemaria Escrivá escreveu muito, desde muito novo, mas sem qualquer pretensão de tipo profissional. O início é marcado pelas catarinas, breves pensamentos passados para o papel com o objectivo de serem manifestação de uma experiência interior. Não há apuramento estilístico, nem auto-complacência: têm o estilo de um diário; o pensamento expande-se instantâneo, despojado, verdadeiro, como quem procura em si mesmo uma linha que o leve a conhecer – em Deus – a verdade sobre si mesmo. O resultado é um impacto forte no leitor.


Cuidou sempre de mim de um modo muito paternal
John Anthony Henry, Médico, Londres, Grã-Bretanha
1 Janeiro 2009
Conheci São Josemaria durante as suas estadias em Inglaterra nos verões de 1960, 1961 e 1962, pouco depois de pedir a admissão no Opus Dei. Mais tarde, vi-o numa breve viagem que fiz a Roma, a seu convite, por eu ter adoecido. Nestas ocasiões, impressionou-me o modo como sempre dava respostas claras e que elas ajudavam muito a quem quer que fizesse essas perguntas. A resposta que mais me impressionou foi a que deu à pessoa que lhe perguntou: “Qual é a coisa mais difícil que Nosso Senhor nos pede?” E a resposta, dada quase instantaneamente sem fazer dar tempo para pensar, foi: “Amar a todos por igual, sem excepção”. Sendo muito dinâmico, era também muito carinhoso e cheio de atenções. Cuidou sempre de mim de um modo muito paternal.

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